Vídeos no Facebook: o fenómeno

Vídeos no Facebook: o fenómeno

Online Video
07 Maio, 2015 -
Tempo de leitura : 2 min

Os vídeos no Facebook crescem a olhos vistos e o YouTube já se começa a preocupar com a perda da sua posição como melhor plataforma de vídeo.

Embora exista já há alguns anos, só em 2014 os vídeos no Facebook começaram a ganhar mais importância e neste curto espaço de tempo já alcançaram a meta das 4 mil milhões de visualizações diárias, aparentemente nada quando pensamos que o YouTube atingiu a mesma meta já em 2012. No entanto, ainda em Janeiro o Facebook afirmou ter diariamente 3 mil milhões de visualizações e este crescimento abrupto é o que ameaça a maior plataforma de vídeo.

É só uma questão de tempo até que as pessoas abandonem a posição de YouTubers e assumam o papel de Faceviders, levando com eles os seus fãs. Para os vloggers torna-se mais fácil: é menos uma plataforma para gerir, podem controlar estatísticas da mesma forma, ter uma exposição maior assim como partilhar mais facilmente, conseguem integrar call-to-actions, etc. Como se não bastassem todas as vantagens e apesar das estatísticas mostrarem um pouco de perda de utilizadores, o Facebook continua a ser a maior rede social a nível mundial, abrangendo a maior parte das classes sociais, idades e personalidades diferentes, ou seja, grande parte dos públicos-alvo.

Em contrapartida, o YouTube está integrado com o Google Plus, que ocupa uma pequena quota no mundo das redes sociais. As pessoas não perdem tempo ensta rede social: quando querem descobrir um amigo, uma marca ou clientes e conhecer novidades é ao Facebook que vão.

 

Claro que há desvantagens: ao escolher o Facebook como principal canal de distribuição de vídeo deve estar-se ciente que o algoritmo do Feed de Notícias é um pau de dois bicos. Com o YouTube ao carregar-se um vídeo ele fica livre para toda a gente. No Facebook não é tão fácil: o algoritmo pode levá-lo diretamente para o seu público mas facilmente o pode fazê-lo perder-se no meio dos outros conteúdos todos.

No entanto, a qualquer momento este algoritmo pode mudar. Assim como é bem possível que em breve haja uma forma de fazer render estes vídeos no Facebook, tal como acontece no YouTube.

É bem provável que em pouco tempo quando quiser assistir a um vídeo a sua primeira escolha seja o Facebook.

 

Agora resta saber de que forma e quando é que o Google vai tomar uma atitude contra esta perda de utilizadores.