Pinterest: a arma com potencial para e-commerce

Pinterest: a arma com potencial para e-commerce

12 Junho, 2015 -
Tempo de leitura : 2 min

Nos últimos anos as redes sociais ocupam grande parte da internet, sejam de caráter especializado ou generalista. Têm recebido resultados diferentes, dependendo do público que a ocupa: funcionam de forma diferente, têm público distinto e as marcas têm de saber como obter resultados com elas.

 

Apesar de na Europa (usado apenas por 8% da população) e, essencialmente, em Portugal ainda não ter grande sucesso entre os negócios com apenas 147 mil contas das quais a maior parte são pessoais (para 4,7 milhões de contas no Facebook), o Pinterest tem-se revelado numa rede social bem posicionada para a promoção de produtos no e-commerce.

Porquê? Na verdade as receitas mostram resultados bem animadores com a colocação de pins e imagens das marcas com os seus produtos e serviços.

Aliás, há mesmo estudos que falam do Pinterest como sendo a segunda melhor fonte de tráfego para o website e lojas online de marcas que estão presentes nesta rede social, ultrapassando os resultados do Twitter e ficando em segundo lugar, logo após o Facebook. Dos cerca de 73 milhões de utilizadores, cerca de 2 milhões fazem e partilharem pins diariamente em visitas de quase 15 minutos por dia, o que equivale a cerca de 20 vezes mais o número de pessoas que frequenta um centro comercial por dia.

O Pinterest é, assim, utilizado por 96% dos utilizadores para procurar informações sobre produtos e serviços, 93% para efetuarem a compra e 87% para tomar a decisão de compra.

O conteúdo visual é realmente essencial e o Pinterest é uma rede essencialmente visual e, por isso, com tanta eficácia no e-commerce, onde o consumidor não pode tocar, cheirar ou sentir o produto. Para além dessa vertente visual, é uma rede social extremamente móvel e as marcas têm de estar conscientes destes aspetos e tomar a atitude certa para melhorar os resultados de e-commerce.

 

Outro dado importante é a utilização da rede social, essencialmente pelo sexo feminino (85% dos utilizadores), que duplicou no último ano. Também o número de interações de e-commerce cresceu cerca de 130% em apenas um ano, com previsão para aumentar nos próximos anos.