Mitos do vídeo viral

Mitos do vídeo viral

Online Video
03 Março, 2015 -
Tempo de leitura : 2 min

É difícil acabar com mitos. Principalmente se são de video marketing. E a verdade é que existem vários mitos sobre o vídeo viral que é preciso desmistificar.

Como já foi dito e  comprovado várias vezes, não há um tema, uma emoção ou um método que torne automaticamente um vídeo viral. O único ponto assente é que esse mesmo vídeo tem de gerar engagement e ser bom o suficiente para gerar partilhas nas redes sociais. Pois bem, o MOVE apresenta-lhe 6 mitos que deve ter em atenção.

 

1. O vídeo precisa de ser divertido

Apesar de parecer que uma grande parte dos vídeos que se tornam virais são cómicos e divertidos, um relatório do Unruly Science of Sharing revelou que é urgente que uma marca pare de tentar ser divertida para se tornar viral. O consumidor está sobrecarregado com anúncios que tentam ser engraçados e um lado mais emocional trará mais sucesso.

 

2. Animais, bebés ou dança são elementos virais

Não é por uma marca conseguir que o seu vídeo com bebés se torne viral que todas as marcas o consigam fazer. Na verdade, o Dr. Karen Nelson-Field, no seu livro Viral Marketing: The Science of Sharing, descobriu que a dança e os animais não ultrapassam assim tanto os outros objetos criativos e os bebés, por sua vez, até podem superar em alguns casos mas só quando o vídeo evoca emoções intensas.

O que mais parece ter sucesso são os que evocam sucesso pessoal.

 

3. O apoio de celebridades aumenta a partilha

De acordo com o relatório Science of Sharing, as celebridades são um desperdício de dinheiro e não farão com que seus vídeos se tornem virais. Muito poucos espectadores citam celebridades como fator-chave da partilha do anúncio.

 

4. Os vídeos devem ser curtos para gerarem partilhas

O vídeo não tem de ser curto, mas sim interessante. Claro que há anúncios que devem ser curtos, mas um conteúdo longo dá-lhe o tempo para contar uma história e conectar-se emocionalmente com os espectadores. Esses anúncios dão uma maior oportunidade para a marca comunicar mais informação.

 

5. Somente as marcas reconhecidas podem ter sucesso

Muitas marcas “mais pequenas” estão a criar conteúdo que obriga os consumidores a partilhar.

 

6. A presença da marca deve ser mínima

Se o conteúdo é forte e apelativo, a quantidade de referências à marca é insignificante porque os espectadores apreciam a transparência.

 

Pense bem no seu público, na imagem que a sua marca tem e na mensagem que pretende transmitir e crie uma história que ligue o consumidor emocionalmente à sua marca.